Contido
Passarei a noite penando no estudo Vou cair sem sono de velho que virei Embreagado de café, com o pé pra cima duro Vai que eu tenho um AVC...
E hoje não tem coruja alguma pra me vigiar do muro Deus o livre! Bato o prato na madeira do birô Sei que comer no quarto é um porco-hábito-imundo Migalha, barata, traça, rato. Atrai tudo de ruim.
Sempre que eu aumento, alguém regula o meu volume Contra o argumento, você me dá um murro.
Escrito por Pelvis às 12h24
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